23 novembro 2016

Projeto #LeiaMulheres


A jornalista, escritora e ilustradora inglesa Joanna Wash criou uma campanha na internet chamada Leia Mulheres, em 2014 (#readwomen2014). Desde o início, objetivando a ampliação da visibilidade das mulheres no mercado editorial, a campanha encontrou adeptos e se expandiu fortemente.

No Brasil, não foi diferente. Trazido para o país através de um grupo de mulheres paulistas, a ideia se espalha hoje por todas as regiões. Após ter contato com o movimento em Brasília, a jornalista paraense Gabriela Sobral junto a publicitária Luiza Chedieck promovem encontros mensais na Casa OIAM, espaço cultural gerido por mulheres e parceira do projeto, em Belém.

Em agosto a obra “Quarto de Hora” da paraense Maria Lúcia Medeiros foi alvo do encontro, o mais recente foi encerrado com uma leitura do conto “As Companheiras” da também paraense Eneida de Moraes, informou Gabriela ao Folhetim Felino.

Imagens do programa de Tv Circuito, da Tv Cultura no Pará

Como e onde funciona?


O Leia Mulheres foi ideia de uma autora inglesa e pode acontecer em espaços culturais, em livrarias, como um grupo de leitura, em qualquer lugar do mundo. O grupo decide que obra vai ser trabalhada, lida e discutida no encontro seguinte.

A intenção não é fazer disso uma discussão acadêmica, “funciona mais como um debate, um bate papo”, conclui Gabriela.

O ponto central é dar mais visibilidade a mulher que é autora de obras literárias e expandir os olhares para as diversas mídias, a exemplo do cinema e a literatura de não-ficção.


Em Belém, os encontros acontecem uma vez por mês na Casa OIAM. Para saber qual obra será discutida no próximo encontro, datas e horários, entre em contato através do e-mail leiamulheresbelem@gmail.com ou através do grupo do Facebook.

A ideia se expande, o projeto cresce, a representatividade agradece. Para mais, use e abuse da hashtag e #LeiaMulheres.

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