03 agosto 2012

STROMBOLI

Dormes,
Belo.
Eu não, eu velo
Enquanto voas ou velejas
E inocente exerces teu império.
Amo: o que é que tu desejas?
Pois sou o a noite, somos
Eu poeta, tu proeza
E de repente exclamo:
Tanto mistério é,
Tanta beleza.


CICERO, Antonio. Guardar. Rio de Janeiro: Record, 1997. p. 53.

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