13 dezembro 2011

4. A origem - prólogo


- Então, o principezinho bastardo teve ganas de descer até os meus domínios, por causa de seu ‘amigo’?! Interessante. - Ironizava o homem em armadura.

Auletho pareceu não dar atenção as palavras daquele senhor e, calmamente, caminhou, até estar bem próximo de nós. Quando isso aconteceu, pediu muito educadamente que me libertasse, já que a missão dele havia sido cumprida.

- Cumprida?! Será mesmo, menino? – Os olhos do Senhor daquelas terras ermas brilhavam em tom de malícia envenenada.

- Sim, cumprida. Encontrei o amor. Este menino me ama, desde quando era uma criança e este sentimento foi selado antes mesmo de adentrarmos a clareira por ti amaldiçoada. – disse-lhe Auletho, tentando manter-se de igual com aquele homem com quem falava.

- Sim, tens razão, o menino te ama, porém interpretaste equivocadamente as palavras da sibila. Quando ela disse que devias encontrar o amor em um menino, não era um menino que te amasse, e sim um menino que tu amasses e que quisesse ficar contigo. Tu o amas, eu creio. Afinal, desceste até os meus domínios, vindo me enfrentar para libertá-lo, entretanto uma dúvida me fica: Será que ele quererá ficar contigo, depois de descobrir os segredos que envolvem a tua existência, pequeno? O que me dizes?

Continua...

2 comentários:

  1. Detesto como você sempre para de escrever numa hora tensa, aí temos que esperar anos e anos pra ler a continuação xD

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  2. Continuuaaaaa Dan, continua LOGO!!!

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Ronrone à vontade.