15 abril 2009

Eu vou me consumir, like those cigarettes in his hands.

Dan: Alô.
Hans: Dan, és tu? Hans.
Dan: Sim sou eu, Hans. Tudo bem contigo?
Hans: Levando... Estás muito ocupado por hora?
Dan: Lendo, mas nada de muito importante, só para distrair. Por qu?
Hans: Queria saber se aceitarias vir em casa para tomarmos um café e conversar, e ainda tenho que te pedir desculpas por ter saído tão cedo e sem me despedir de ti, na tua festa, aceitas?
Dan: Dear Hans, é claro que eu aceito, estou com muitas saudades, já faz duas semanas que não nos vemos e tampouco nos falamos. It'll be a great pleasure, no doubt! E quanto a pedires desculpas não te preocupes que não há necessidade disso entre nós, tu precisastes se ausentar e ponto. Te amo muito, logo não poderia chatear-me contigo por isso. Sincerely, the only thing that matters now, is that we still friends and you are inviting me to drink a cup of coffee and have a friendly talk.
Hans: You're not real! Fico muito feliz de ouvir isso, mas ainda assim eu preciso me desculpar, sei que já deves saber os motivos e que entende tudo o que se passou, mas tenho que fazer isso, Dan.
Dan: Se te fará bem, tudo bem. Porém, por mim, não há mesmo necessidade de tudo isso. Enfim, só vou me trocar e já estou aí. Bisou.
Hans: Até daqui a pouco, então. Beijos.

Pouco tempo depois e uma e outra xícara de café...

Já fazia cerca de meia hora que ele havia chegado em casa e ainda não tinha conseguido chegar onde eu gostaria, no motivo real daquele convite. A conversa até aquele momento não havia passado de amenidades e do meu pedido de desculpas permeado de rasgos de seda chinesa de ambas âs partes.

Então, após abaixar sua xícara de café na mesinha de centro da minha sala, Dan virou-se para mim, olhou-me diretamente nos olhos e perguntou o que eu iria fazer. Duraram alguns segundos para que eu pudesse lhe responder, o que não ocorreu por não ter entendido o que ele queria indagava ou por não saber a resposta. Não, eu entendia perfeitamente assim como sabia muito bem o que iria fazer, apenas estava tentando encontrar a forma ideal de colocar o que eu queria.

- Eu?! Eu vou dar-lhe tudo o que ele jamais sonhou, embora eu tenha certeza de que é isso o que ele quer de mim. A maior prova de amor. Viverei para ele, incondicionavelmente e, isso significa que ele poderá dispor da minha vida e vontade da maneira que lhe apetecer ou convier. - disse eu com ar de muita convicção.

- Ele irá te consumir como os cigarros que ele fuma, Hans.

- Não, Dan. Eu vou me consumir, like those cigarettes in his hands. E farei o mesmo com ele.

*Aqui acaba o tomo II

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ronrone à vontade.